terça-feira, 9 de julho de 2013

*Resenha A Culpa é das Estrelas

A Culpa é das Estrelas

John Green


A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas.


É meio difícil falar de um livro que é tão adorado, mas vou tentar fazer o melhor possível.


Li A Culpa é das Estrelas no início desse ano, mas reli esse dias. Acho que uma das maiores provas que John Green conseguiu me envolver tanto, é o fato de ter chorado neste livro mais do que em qualquer outro
Ele fez um misto de drama, romance e humor. Ele utilizou muito do humor negro. Mas o romance prevalesse. Todos dizem que para se fazer sucesso é só escrever uma história que algum dos personagens tenham câncer. E na minha humilde opinião não acho que isso seja verdade. Por exemplo, não gosto de Um Amor para Recordar,na realidade achei bem chatinho. Já em A Culpa é das Estrelas, Green consegue passar uma maior ar de realismo em torno dos personagens. Enquanto a família sofre, Gus e Hazel são compreensivos com toda a questão de vida e morte. Outra coisa que Green trabalhou, foi o lado filosófico, ele fez dois personagens muito inteligentes e cultos, trazendo um ar mais formal na narrativa.
Acho que o que mais provocou essa aceitação da obra, foi o casal. Dois adolescentes que poderiam ter tanto para viver e vem sua vida acabando por conta de uma doença, todavia tenta da maneira mais dura viver seu amor, que eles sabem, não terá um final feliz. Mesmo assim eles não abaixam a cabeça, e se juntam para realizar um grande sonho.
Hazel é quem narra todo o ocorrido, ela é uma menina forte e doce. Que tenta de tudo que é forma, não se relacionar com os outros. Ela tem medo de feri-los quando se for.
Já Augustus é um paquerador, que vai a todo custo querer conquistar Hazel. E é impossível não se apaixonar por ele. Ele é carinhoso, engraçado e guerreiro.
Não é atoa que este tornou-se um dos casais mais amados da literatura atual.

"Ele respondeu alguns minutos depois.
O.K.
Mandei minha resposta.
O.K.
Ele repondeu:
Ai, meu Deus, pare de flertar comigo!
Eu só disse:
O.K.
Meu celular vibrou alguns instantes depois.
Eu estava brincando, Hazel Grace. Eu entendo. (Mas nós dois sabemos que o.k. é uma expressão bastante "paquerativa". Ela é CARREGADA de sensualidade)."

Eles são um casal com suas manias. Que marcou boa parte dos leitores. O "OKAY" tanto usado durante o livro, ficou como uma marca nos fãs de John Green.

É meio difícil falar de tão bela obra. Green descreve todas a situações com tanta facilidade, que você vai devorar os livro em algumas horas.
Ao decorrer da história, nós ficamos esperando algo acontecer, e não acontece. Ele inverte as situações e acaba de um jeito inesperado. O amor que ele construiu entre Hazel e Gus, é tão puro e bonito, que é impossível não se encantar por essa história. É tão brilhante que depois de cinco meses que li, a história ainda estava fresca em minha cabeça, e acredito que ficou martelando na cabeça de muitos. A profundidade com que ele trabalha é fenomenal. Com certeza um dos livros  que levarei comigo, para o resto de minha vida.

Os direitos do livro no Brasil, são da Editora Intrínseca. A capa por mais simples que seja, é linda. Tudo perfeito, para uma história perfeita. Choramos, rimos e  nos questionamos.

Agora é esperar o filme, que já tem diretor, roteirista e elenco decidido.
Quem vai fazer a Hazel é a mesma atriz que fará a Tris de Divergente. E o Augustus será o mesmo que fará o Caleb irmão da Tris 0.o. Não gostei, mas melhor criticar quando estiver pronto.


.
.
.
.
.
.

10 comentários:

Rafaela Monteiro disse...

Visito seu blog faz um tempo e passei a adorá-lo.
Adorei a dica de livro. Vou ler sem dúvida nenhuma.
Também tenho um blog. Não é necessáriamente só sobre livros. Fala sobre um pouco de tudo.
Se puder visitar eu agradeço. http://keepcalmqueeusoulerda.blogspot.com.br/

Beijos! >.<

Dayenne Vieira disse...

Amei a resenha! Acabei de le A culpa é das estrelas na semana passada e chorei rios de lágrimas! É simplesmente perfeito!

http://um-momentoasos.blogspot.com.br/

Thaís Cavalcante disse...

Meu segundo livro preferido! <3

Amei a resenha! E realmente é difícil até mesmo falar de algo que nos emociona tanto.

Um beijão,
Pronome Interrogativo.
www.pronomeinterrogativo.com.br

Camila Lewer disse...

aaaaaai, sou louca pra ler esse livro, mas todo mundo fala que chora lendo ele...rsrsrsrs.

beijos beijos
http://manualdosvinte.blogspot.com.br/

Rafaela Oliveira disse...

Obrigada Rafa =)

jéssica b. rezende disse...

Meu "precioso" kkkk
A-m-o de paixão e super indico para todo mundo. Um coisa certa que você disse,
foi sobre o lado filosófico do livro. Eu aprendi demais com ACEDE *.*
Tanto aprendi, quando amei cada palavra, os personagens e tudo.
Estou pretendendo até tatuar "Alguns infinitos são maiores que outros". Isso é certo!
Adorei a resenha. :*

elaeseuslivros.blogspot.com.br

Karen Stefanie disse...

Aiii eu já ouvi falar muuuito dele, mas ainda não consegui ler. ><
Acabei de ler Inferno, do Dan Brown, passa lá pra ver a resenha *-*
beeijos!

http://osnarnianos.blogspot.com.br/

♥ Mila Wander ♥ disse...

EU PRECISO desse livro, é uma coisa urgentíssima!!!

Amei tua resenha! Parabéns pelo blog! ;]

Fernanda Bender disse...

A leitura realmente acaba nos prendendo e o amor entre os personagens faz parte de um cenário mais atual e realista, o que nos faz realmente querer saber o desfecho da história e entender melhor a psicologia acerca dos personagens. Mas não achei o livro "o bicho", teve algumas coisinhas que não gostei, mas no geral é bom.

Rafaela Oliveira disse...

Obrigada Mila =)

Postar um comentário

Comente, de sugestões, critique (moderadamente).

Obrigada pela visita. Venha sempre